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Como baixar o colesterol ruim

Autor(a): Naty Falla

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Apesar de não ser sinônimo de algo prejudicial, por ser fundamental para o bom funcionamento do organismo, é preciso ficar atento aos níveis de colesterol no organismo

Isso porque quando o chamado “colesterol ruim” (LDL e VLDL) apresenta altos níveis no corpo humano, pode causar sérios problemas à saúde. Por limitar o fluxo de sangue, aumenta o risco de problemas cardiovasculares, como infarto ou o Acidente Vascular Cerebral (AVC).

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Quando este tipo de colesterol ultrapassa os níveis indicados, não há sintomas visíveis. No entanto, fraqueza, dor no peito, fadiga, dores de cabeça e enjoos podem ser sinais de problemas cardiovasculares citados acima. Por isso, é necessário realizar periodicamente exames laboratoriais.

Por que manter o colesterol baixo?

Como dito anteriormente, os altos níveis de colesterol “ruim” no corpo humano podem prejudicar a qualidade de vida do indivíduo. 

O colesterol tipo LDL (sigla para low-density lipoprotein, sendo ‘lipoproteína de baixa densidade’ em português) pode se acumular nas artérias sanguíneas, aumentando o risco de desenvolver doenças coronárias (insuficiência arterial, infarto do miocárdio ou derrame cerebral).

Já o colesterol VLDL (sigla em inglês para very low-density lipoprotein – lipoproteína de baixa densidade em português), quando alto, causa o acúmulo de gordura nas artérias e a formação de placas de aterosclerose, aumentando o risco de doenças do coração.

Para manter o coração saudável e evitar estas doenças, é preciso ter uma boa qualidade de vida. Abaixo, o Fale Saúde separou alguns tópicos importantes para deixar a saúde em dia. 

Dieta para baixar o colesterol

A mudança no estilo de vida é um importante aliado para deixar o colesterol em seus níveis adequados. Estudos mostram que uma alteração geral no padrão alimentar diminui os níveis de gordura no corpo humano.

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É importante ressaltar que cada caso é um caso, e demais comorbidades devem ser avaliadas por um profissional de saúde. Indivíduos que também possuem diabetes e hipertensão, por exemplo, podem precisar restringir outros alimentos na dieta. 

  • Dieta mediterrânea

Apesar de não existir uma dieta mediterrânea única, ela tem um ponto em comum: é tipicamente rica em frutas, vegetais, grãos integrais, feijões, nozes e sementes, além de incluir azeite como uma importante fonte de gordura.

Ademais, há quantidades baixas ou moderadas de peixes, aves e laticínios, e pouca presença de carne vermelha. De acordo com estudos, a adoção desta dieta pode levar a uma redução no colesterol total. 

  • Dieta DASH

Rica em frutas, vegetais e fibras, a dieta DASH também é moderada em produtos derivados do leite de vaca, além de ser pobre em proteína animal e em gordura saturada.

Com muitas fontes vegetais de proteína, incluindo legumes e nozes, ela é um aliado para quem precisa baixar os níveis de colesterol.

  • Dieta com baixo teor de gordura trans

Por mais que a gordura trans esteja presente em alimentos de origem animal, a maioria vem de alimentos processados, como bolos, biscoitos, frituras preparadas comercialmente e algumas margarinas. Quando adotada uma dieta com baixo teor, os níveis de colesterol ruim diminuem. 

  • Dietas vegetarianas (ou com restrição de carne)

Dietas com restrição de carne, seja vegana, ovovegetariana, lactovegetariana ou lacto-ovovegetariana, também podem baixar os níveis de colesterol no sangue. 

Atividade física

Como dito, a mudança no estilo de vida é fundamental para deixar os níveis de colesterol em seus níveis normais. Alguns estudos mostram que uma boa frequência de atividade física é benéfica para diminuir o alto índice de colesterol ruim. 

Remédios

  • Ácido Bempedoico;
  • estatinas – sinvastatina, atorvastatina, rosuvastatina, pravastatina ou fluvastatina;
  • sequestradores dos ácidos biliares;
  • ezetimiba;
  • fibratos – fenofibrato, genfibrozila, bezafibrato, ciprofibrato e clofibrato;
  • ácido nicotínico (Metri).

Estes são alguns dos remédios prescritos pelos profissionais de saúde. É importante ressaltar que eles só devem ser ingeridos apenas com orientação médica. 

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