Fale Saúde » Saúde sexual » Como aumentar a libido

Como aumentar a libido: 7 estratégias úteis

Revisão clínica: Enf.ª Fabiana Rosa

Revisado:

A libido é o desejo sexual de uma pessoa, ou seja, a vontade que sente de se relacionar sexualmente. É normal que varie de acordo com a fase da vida, podendo ter picos em determinadas faixas etárias e quedas em períodos de maior estresse. 

Além da variação normal relacionada a circunstâncias do dia a dia, a redução da libido também pode estar ligada a problemas orgânicos, como doenças que atingem o sistema reprodutor, a distúrbios psicológicos, ou ainda ser o efeito colateral do uso de medicamentos, como alguns antidepressivos

— PUBLICIDADE —

— PUBLICIDADE —

Em todo o caso, a diminuição da vontade de transar é uma queixa muito frequentes e aparece tanto em homens quanto em mulheres. Pensando nisso, separamos 7 estratégias úteis de como aumentar a libido para te ajudar a alavancar o desejo sexual: 

1. Pratique exercícios físicos 

A prática regular de exercícios físicos está associada ao aumento da disposição e da autoestima. A atividade também atua liberando hormônios que garantem a sensação de satisfação e bem-estar, como a adrenalina e endorfinas, e ajuda a melhorar a lubrificação da mulher e a irrigação da vagina. 

Além disso, se exercitar auxilia na prevenção do sobrepeso e da obesidade, duas condições que podem reduzir as concentrações de testosterona e, consequentemente, diminuir o desejo sexual. 

2. Faça mudanças no estilo de vida 

Fatores como estresse, cansaço e problemas para dormir podem afetar negativamente a libido. Assim, além da prática de exercícios físicos, vale apostar em yoga, meditação e outras técnicas de relaxamento que ajudem a diminuir a ansiedade. 

É importante também garantir uma boa qualidade de sono. Para isto, um conjunto de estratégias chamados de “higiene do sono” podem ajudar: como desligar aparelhos eletrônicos duas horas antes de se deitar, tentar ir para a cama todos os dias no mesmo horário, evitar consumir alimentos energéticos ou cafeína muito tarde, ingerir chás calmantes, etc. 

— PUBLICIDADE —

3. Preste atenção na sua alimentação  

Hábitos alimentares saudáveis têm benefícios em nosso organismo como um todo, ajudando a prevenir doenças, a promover bem-estar psicológico e muito mais. No caso da libido, uma dieta nutritiva é ainda mais importante, já que a alimentação balanceada auxilia na circulação do sangue, garantindo a saúde do coração e reduzindo o risco de doenças que afetam o funcionamento sexual, como a síndrome metabólica e problemas cardiovasculares. 

— PUBLICIDADE —

Além disso, existe uma classe de alimentos considerados afrodisíacos. Apesar de não haver evidências científicas o suficiente para comprovar a sua eficácia na libido, eles podem ser incluídos no cardápio periodicamente por seus benefícios no sistema circulatório e na sensação de prazer.  

Este é o caso do chocolate, que aumenta os níveis de dopamina e serotonina no cérebro, melhorando o humor, dos peixes gordurosos (como salmão e atum), que contém altos índices de ômega-3 – associados ao bom desempenho cardíaco – e de frutas como figo, banana e avocado.  

4. Aposte em exercícios para fortalecer a região pélvica 

A prática sexual prazerosa depende do pleno funcionamento das estruturas da região da pelve e os músculos do assoalho pélvico (MAP). Por isso, cresceu nos últimos anos a demanda por exercícios que ajudam na consciência corporal e no fortalecimento da região. 

Os exercícios de Kegel, por exemplo, ajudam na incontinência urinária, na circulação sanguínea e aumentam a sensibilidade durante o ato sexual. Eles podem ser realizados tanto por mulheres – inclusive durante a gestação – quanto por homens, que recebe o nome de pompoarismo masculino

5. Cuide da sua a autoestima 

A visão de uma pessoa sobre seu próprio corpo desempenha papel decisivo no interesse sexual e na satisfação consigo mesma. É importante investir em um tempo diário para si, em que pratique alguma atividade física ou ato de cuidado que gere prazer (seja ele tomar um banho quente e demorado, assistir a um seriado ou realizar uma rotina de skin care). 

Para que a relaçao sexual seja mais prazerosa, é fundamental também que o homem e a mulher conheçam o próprio corpo, sabendo seus gostos e preferências e podendo orientar o parceiro e parceira para que o ato seja satisfatório para ambos. 

— PUBLICIDADE —

6. Converse abertamente com seu ou sua parceira 

Além do diálogo relacionado às preferências sexuais, a conversa deve ser constante, ainda mais em relacionamentos longos. Para sair da monotonia e “esquentar” a relação, vale combinar de passar uma noite fora de casa, tentar posições sexuais diferentes ou então contar com a ajuda de lubrificantes e aparelhos sexuais que ajudem a fugir da rotina. 

7. Consulte um médico especializado 

Como já citamos, às vezes a redução da libido tem relação com doenças e outros problemas fisiológicos, e nem sempre a falta de desejo sexual pode ser contornada por métodos naturais. Por isso, se o problema persistir por muito tempo ou estiver tendo prejuízo significativo na sua qualidade de vida, é importante consultar um médico para verificar a presença de alguma patologia ou condição que possa estar interferindo negativamente. 

— PUBLICIDADE —

Dependendo do diagnóstico, o especialista pode recomendar terapias com baixas doses hormonais – especialmente para mulheres no período de menopausa –, indicar métodos de relaxamento e prescrever a mudança de medicamentos que tenham a diminuição do desejo sexual como um dos efeitos colaterais. 

1. UpToDate. Uptodate.com. Published 2019. https://www.uptodate.com/contents/overview-of-sexual-dysfunction-in-women-management

2. Petering RC, Brooks NA. Testosterone Therapy: Review of Clinical Applications. American Family Physician. 2017;96(7):441-449. https://www.aafp.org/afp/2017/1001/p441.html

Isso foi útil?
SimNão

— PUBLICIDADE —

— PUBLICIDADE —

APRENDA MAIS

Quem SomosContatoMissãoPrivacidadeTermos
Siga-nos: PinterestInstagramFacebookTwitter
© 2022 - Fale Saúde

Aviso médico: as informações fornecidas neste site visam melhorar, não substituir, a relação direta entre o paciente e os profissionais de saúde.